O que é GRI
A GRI (Global Reporting Initiative) é uma organização internacional independente, fundada em 1997, que estabelece o padrão mais utilizado no mundo para relatórios de sustentabilidade. Mais de 10.000 organizações em 100 países utilizam os padrões GRI para comunicar seus impactos ambientais, sociais e econômicos.
O objetivo da GRI é criar uma linguagem comum para que empresas de diferentes setores e países possam reportar seu desempenho de sustentabilidade de forma comparável e transparente. Isso facilita a tomada de decisão por investidores, reguladores, consumidores e demais stakeholders.
No Brasil, os indicadores GRI têm relevância especial: segundo pesquisa da KPMG, 72% das empresas brasileiras que publicam relatórios de sustentabilidade utilizam o padrão GRI. A B3 (bolsa de valores brasileira) também exige que empresas listadas relatem suas práticas ESG no modelo "Relate ou Explique", e o GRI é o framework mais aceito para essa finalidade.
Por que GRI é importante para PMEs: mesmo que sua empresa não precise publicar um relatório GRI completo, utilizar seus indicadores como referência garante qualidade, padronização e credibilidade nos dados de sustentabilidade. Investidores e grandes clientes reconhecem imediatamente o framework GRI. Além disso, muitas grandes empresas exigem que seus fornecedores reportem indicadores GRI — estar preparado pode ser um diferencial competitivo.
Como funcionam os GRI Standards
Os GRI Standards são organizados em três séries principais:
- GRI Universais (GRI 1, 2 e 3): aplicáveis a qualquer organização. O GRI 1 define os princípios de reporte, o GRI 2 contém informações gerais sobre a empresa (governança, estratégia, políticas) e o GRI 3 orienta como determinar temas materiais.
- GRI Setoriais: padrões específicos para setores como mineração, agricultura, petróleo e gás, entre outros. Identificam os temas mais relevantes por indústria.
- GRI Temáticos (GRI 200, 300 e 400): indicadores específicos organizados por tema — econômicos (200), ambientais (300) e sociais (400).
Cada indicador GRI temático possui um código identificador (ex: GRI 305-1 significa "Emissões diretas de GEE — Escopo 1") e orientações detalhadas sobre o que medir, como medir e como reportar. A revisão mais recente dos GRI Standards entrou em vigor em janeiro de 2023, com mudanças importantes na forma como empresas determinam seus temas materiais.
Dica: consulte o glossário ESG para entender termos como materialidade, stakeholders e GHG Protocol que aparecem frequentemente na documentação GRI.
Indicadores GRI ambientais (série 300)
Os indicadores ambientais da GRI cobrem os principais impactos da empresa sobre o meio ambiente. A série 300 é a mais demandada pelo mercado, especialmente os indicadores de emissões (GRI 305) e resíduos (GRI 306).
| Código | Tema | O que mede |
|---|---|---|
| GRI 301 | Materiais | Materiais utilizados por peso ou volume, materiais reciclados, produtos recuperados |
| GRI 302 | Energia | Consumo de energia dentro e fora da organização, intensidade energética, redução alcançada |
| GRI 303 | Água e efluentes | Captação, consumo, descarte de água e impactos em áreas de estresse hídrico |
| GRI 304 | Biodiversidade | Unidades operacionais em áreas protegidas, impactos na biodiversidade, restauração de habitats |
| GRI 305 | Emissões | Emissões de GEE nos escopos 1, 2 e 3, intensidade de emissões, reduções alcançadas |
| GRI 306 | Resíduos | Geração de resíduos, composição, destinação (reciclagem, aterro, incineração, compostagem) |
| GRI 308 | Avaliação ambiental de fornecedores | Percentual de novos fornecedores avaliados com critérios ambientais, impactos identificados |
GRI 305: Emissões de Gases de Efeito Estufa
O GRI 305 é um dos indicadores mais demandados pelo mercado e reguladores. Ele fornece a base para o inventário de emissões de GEE seguindo a metodologia do GHG Protocol. Entender os sub-indicadores do GRI 305 é fundamental para qualquer empresa que queira reportar sua pegada de carbono.
| Sub-indicador | O que mede | Exemplo prático |
|---|---|---|
| GRI 305-1 | Emissões diretas (Escopo 1) | Combustão de frota própria, geradores, caldeiras. Ex: 120 tCO₂e/ano de diesel da frota |
| GRI 305-2 | Emissões indiretas de energia (Escopo 2) | Eletricidade comprada da rede. Ex: 45 tCO₂e/ano pelo consumo de 500 MWh |
| GRI 305-3 | Outras emissões indiretas (Escopo 3) | Viagens de negócios, logística de fornecedores, deslocamento de funcionários |
| GRI 305-4 | Intensidade de emissões | tCO₂e por unidade produzida, por receita ou por funcionário |
| GRI 305-5 | Redução de emissões | Redução de 15% em relação ao ano anterior por troca de frota ou energia renovável |
| GRI 305-6 | Substâncias que destroem a camada de ozônio | Emissões de gases refrigerantes (HCFCs) em sistemas de ar-condicionado |
| GRI 305-7 | NOx, SOx e outras emissões significativas | Emissões de material particulado, compostos orgânicos voláteis em processos industriais |
Para PMEs brasileiras, os sub-indicadores mais relevantes são GRI 305-1 (emissões diretas), GRI 305-2 (energia comprada) e GRI 305-5 (reduções). O Escopo 3, embora mais complexo, é cada vez mais exigido por grandes clientes e investidores. A Plataforma Paresi possui módulos de energia e emissões que calculam automaticamente emissões de GEE com base nos dados operacionais da empresa e benchmarks da EPE (Empresa de Pesquisa Energética).
Indicadores GRI sociais (série 400)
Os indicadores sociais avaliam como a empresa trata colaboradores, comunidades e demais partes interessadas. No Brasil, onde questões trabalhistas e de diversidade são centrais, a série 400 tem relevância especial.
| Código | Tema | O que mede |
|---|---|---|
| GRI 401 | Emprego | Novas contratações, rotatividade, benefícios oferecidos, licenças parentais |
| GRI 402 | Relações trabalhistas | Prazo mínimo de notificação sobre mudanças operacionais |
| GRI 403 | Saúde e segurança | Sistema de SST, taxa de acidentes, doenças ocupacionais, saúde mental |
| GRI 404 | Treinamento e educação | Horas de treinamento por colaborador, programas de capacitação, avaliações de desempenho |
| GRI 405 | Diversidade e igualdade | Composição por gênero, raça, idade; equidade salarial entre grupos |
| GRI 406 | Não discriminação | Casos de discriminação e ações corretivas tomadas |
| GRI 407 | Liberdade sindical | Operações em que o direito a liberdade sindical pode estar em risco |
| GRI 408 | Trabalho infantil | Operações com risco de trabalho infantil e medidas preventivas |
| GRI 409 | Trabalho forçado | Operações com risco de trabalho forçado ou análogo ao escravo |
| GRI 413 | Comunidades locais | Operações com engajamento comunitário, impactos e programas de desenvolvimento |
| GRI 414 | Avaliação social de fornecedores | Percentual de fornecedores avaliados com critérios sociais |
Para PMEs, os indicadores mais relevantes costumam ser GRI 401 (emprego), GRI 403 (saúde e segurança), GRI 404 (treinamento), GRI 405 (diversidade) e GRI 413 (comunidades). A mensuração de impacto social complementa esses indicadores com dados qualitativos sobre a transformação gerada nas comunidades e colaboradores.
GRI 404: Treinamento e Educação na prática
O GRI 404 é um dos indicadores sociais mais acessíveis para PMEs, pois a maioria das empresas já investe em algum tipo de capacitação. Reportar esses dados de forma estruturada demonstra compromisso com o desenvolvimento dos colaboradores.
| Sub-indicador | O que mede | Como calcular |
|---|---|---|
| GRI 404-1 | Horas médias de treinamento | Total de horas de treinamento ÷ número de colaboradores, discriminado por gênero e categoria funcional |
| GRI 404-2 | Programas de capacitação | Descrição dos programas de desenvolvimento de competências, transição de carreira e aposentadoria |
| GRI 404-3 | Avaliações de desempenho | Percentual de colaboradores que receberam avaliação formal de desempenho no período, por gênero e categoria |
Exemplo prático de GRI 404 para PMEs
Uma empresa com 50 colaboradores que realizou 800 horas totais de treinamento no ano reportaria: média de 16 horas/colaborador. Se desagregado por gênero: mulheres 18h (25 colaboradoras, 450h) e homens 14h (25 colaboradores, 350h). Esse nível de detalhe é exatamente o que o GRI 404-1 exige e o que investidores e clientes esperam ver.
A Plataforma Paresi coleta dados de horas de capacitação e inscritos por ação social, calculando automaticamente os indicadores GRI 404 com dados reais da empresa e comparando com benchmarks regionais do MEC e PNAD.
Indicadores GRI econômicos (série 200)
Os indicadores econômicos medem o impacto financeiro e econômico da organização. Apesar de menos populares que os indicadores ambientais e sociais, são fundamentais para demonstrar o valor econômico que a empresa gera e distribui.
| Código | Tema | O que mede |
|---|---|---|
| GRI 201 | Desempenho econômico | Valor econômico gerado e distribuído, implicações financeiras de mudanças climáticas, obrigações de plano de benefícios |
| GRI 202 | Presença no mercado | Proporção do salário mais baixo em relação ao mínimo local, percentual de contratação local em cargos de gestão |
| GRI 203 | Impactos econômicos indiretos | Investimentos em infraestrutura e serviços comunitários, impactos econômicos indiretos significativos |
| GRI 204 | Práticas de compra | Proporção de gastos com fornecedores locais, critérios de seleção de fornecedores |
| GRI 205 | Anticorrupção | Avaliação de riscos de corrupção, comunicação e treinamento sobre políticas anticorrupção, casos confirmados |
| GRI 206 | Comportamento anticompetitivo | Ações judiciais por comportamento anticompetitivo, práticas de monopólio e seus resultados |
| GRI 207 | Impostos | Abordagem fiscal, governança tributária, relatório país por país |
O GRI 201 (Desempenho Econômico) é particularmente importante porque mostra como a empresa distribui o valor que gera — entre colaboradores (salários), governo (impostos), comunidade (investimentos sociais) e acionistas (lucros). Essa transparência é valorizada por investidores que buscam entender o impacto real da organização.
Como coletar dados para indicadores GRI
A coleta de dados GRI pode parecer complexa, mas pode ser simplificada com uma abordagem estruturada:
- 1. Defina responsáveis: cada indicador deve ter um responsável pela coleta. Em PMEs, uma pessoa pode cobrir vários indicadores, desde que haja clareza sobre quem faz o quê.
- 2. Estabeleça frequência: determine se a coleta será mensal, trimestral ou anual. Indicadores operacionais (energia, resíduos) geralmente são mensais. Indicadores de RH (diversidade, treinamento) podem ser trimestrais.
- 3. Padronize formulários: use formulários padronizados para garantir consistência. Evite coletar dados em formatos diferentes a cada período.
- 4. Documente fontes: registre de onde vem cada dado (conta de energia, sistema de RH, balança de resíduos). Isso garante rastreabilidade e é essencial para auditorias.
- 5. Use ferramentas adequadas: planilhas funcionam no início, mas um software ESG dedicado facilita muito a coleta, análise e geração de relatórios. Confira nosso comparativo de software ESG no Brasil.
Ferramentas como a Plataforma Paresi oferecem 153 indicadores GRI pré-configurados com formulários de coleta padronizados, eliminando o trabalho de criar e manter planilhas manualmente.
Erros comuns ao implementar indicadores GRI
Empresas que estão começando com GRI frequentemente cometem erros que comprometem a qualidade dos dados e a credibilidade do relatório:
- Querer medir tudo de uma vez: tentar reportar todos os indicadores GRI desde o início gera sobrecarga e dados inconsistentes. Comece com 10-15 indicadores prioritários e expanda gradualmente.
- Ignorar a análise de materialidade: reportar indicadores que não são relevantes para o seu setor desperdiça recursos e reduz o valor do relatório. Faça uma análise de materialidade antes de definir quais indicadores medir.
- Dados sem contexto: informar que a empresa emitiu 200 tCO₂e sem comparar com o período anterior, com benchmarks do setor ou com metas definidas não demonstra progresso. Sempre contextualize os números.
- Confundir GRI com certificação: o GRI é um framework de reporte, não uma certificação. Não existe "selo GRI". O que existe é o relatório publicado segundo os padrões GRI, que pode ou não ser verificado por auditoria externa.
- Não envolver a liderança: quando a gestão de indicadores GRI fica isolada em um departamento de sustentabilidade sem apoio da liderança, os dados tendem a ser incompletos e o relatório perde relevância estratégica.
Como gerar relatórios GRI
Um relatório GRI pode seguir duas abordagens:
- GRI Referenced: a empresa reporta indicadores específicos do GRI sem seguir todos os requisitos universais. É a abordagem mais comum para PMEs que estão começando e desejam usar os indicadores como referência sem a complexidade de um relatório completo.
- In accordance with GRI Standards: relatório completo seguindo todos os padrões universais e temáticos aplicáveis. Exigido por empresas com maior maturidade em sustentabilidade e por aquelas listadas em bolsas que requerem reporte detalhado.
Independente da abordagem, o relatório deve incluir: os indicadores selecionados com dados quantitativos, o período de reporte, a metodologia de coleta e as metas definidas. Comparações com períodos anteriores e benchmarks regionais fortalecem a credibilidade do relatório.
Estrutura recomendada de um relatório GRI
- Mensagem da liderança: compromisso da diretoria com sustentabilidade
- Perfil da organização: porte, setor, localização, governança (GRI 2)
- Análise de materialidade: como os temas foram selecionados (GRI 3)
- Indicadores por tema: dados quantitativos, metas e evolução temporal
- Índice GRI: tabela mapeando cada indicador reportado com sua localização no documento
GRI para PMEs: por onde começar
Muitas PMEs acreditam que os indicadores GRI são apenas para grandes corporações. Na realidade, o framework foi desenvolvido para organizações de qualquer porte. A diferença está na escala e na complexidade — uma PME com 30 funcionários não precisa reportar o mesmo volume de dados que uma multinacional.
Roteiro prático em 5 passos
- Passo 1 — Mapeie o que já existe: sua empresa provavelmente já tem dados úteis: contas de energia (GRI 302), folha de pagamento com horas de treinamento (GRI 404), controle de resíduos (GRI 306). Organize o que já existe antes de criar novos processos.
- Passo 2 — Escolha 2-3 indicadores por pilar: ambiental (ex: GRI 302, GRI 305, GRI 306), social (ex: GRI 401, GRI 404, GRI 405) e econômico (ex: GRI 201, GRI 204). Total: 6 a 9 indicadores para começar.
- Passo 3 — Defina metas simples: "reduzir consumo de energia em 10% até dezembro" é uma meta GRI-compatível. Metas tornam os dados acionáveis.
- Passo 4 — Colete por 3-6 meses: acumule dados antes de gerar o primeiro relatório. Isso permite identificar tendências e corrigir falhas na coleta.
- Passo 5 — Publique no modelo Referenced: comece com um relatório GRI Referenced — mais simples, sem exigir todos os requisitos universais, mas já demonstrando compromisso com padrões internacionais.
Dica para PMEs: o plano Starter gratuito da Plataforma Paresi permite criar 2 ações com indicadores GRI e acompanhar resultados no dashboard. É a forma mais rápida de começar sem investimento.
Como a Plataforma Paresi ajuda com indicadores GRI
A Plataforma Paresi é um software ESG brasileiro desenvolvido para PMEs, com 153 indicadores GRI pré-configurados organizados em módulos temáticos que seguem a estrutura das séries 200 (econômica), 300 (ambiental) e 400 (social). A plataforma oferece:
- Indicadores GRI prontos para uso, sem necessidade de configuração manual
- Formulários de coleta alinhados a cada indicador, com links compartilháveis para coleta descentralizada
- Dashboard com evolução temporal dos indicadores e KPIs de desempenho
- Benchmarks regionais de 8 fontes oficiais (IBGE, PNAD, MEC, EPE, ABRELPE, ANA, RAIS, CAGED) para contextualizar resultados
- Alinhamento automático com os 17 ODS da ONU
- Análises com IA que identificam padrões, comparam com benchmarks e recomendam ações práticas
- Módulos específicos para energia e emissões (GRI 302/305), resíduos (GRI 306), diversidade (GRI 405) e impacto social (GRI 413)
Leia também: os padrões GRI são uma das formas mais estruturadas de acompanhar indicadores ESG na sua empresa. Para projetos com foco no pilar social, confira nosso guia sobre mensuração de impacto social com métodos práticos de avaliação. Veja também nosso comparativo de software ESG no Brasil.
Perguntas frequentes sobre indicadores GRI
O que são indicadores GRI?
Indicadores GRI são métricas padronizadas pela Global Reporting Initiative para medir e reportar o desempenho de sustentabilidade de empresas. São organizados em três séries: 200 (econômicos), 300 (ambientais) e 400 (sociais), totalizando mais de 30 temas com centenas de indicadores específicos.
Quais são os principais indicadores GRI para PMEs?
Para PMEs, os indicadores mais relevantes são: GRI 302 (energia), GRI 305 (emissões), GRI 306 (resíduos), GRI 401 (emprego), GRI 403 (saúde e segurança), GRI 404 (treinamento) e GRI 405 (diversidade). Recomenda-se começar com 2-3 indicadores por pilar e expandir gradualmente conforme a maturidade da gestão ESG evolui.
Qual a diferença entre GRI Referenced e In accordance?
No modelo GRI Referenced, a empresa reporta indicadores específicos sem seguir todos os requisitos universais — ideal para PMEs começando. No modelo "In accordance with GRI Standards", o relatório é completo e segue todos os padrões universais e temáticos aplicáveis, exigido por empresas com maior maturidade em sustentabilidade.
O que mede o GRI 305 (Emissões)?
O GRI 305 mede as emissões de gases de efeito estufa da empresa nos três escopos: Escopo 1 (emissões diretas de operações próprias), Escopo 2 (emissões indiretas de energia comprada) e Escopo 3 (emissões da cadeia de valor). Inclui também intensidade de emissões, reduções alcançadas e substâncias que destroem a camada de ozônio.
Como começar a usar indicadores GRI na minha empresa?
Comece com uma análise de materialidade para identificar os temas mais relevantes para seu setor. Selecione 10-15 indicadores prioritários, defina responsáveis pela coleta, estabeleça frequência (mensal ou trimestral) e utilize formulários padronizados. Um software ESG como a Plataforma Paresi oferece 153 indicadores GRI pré-configurados para facilitar o processo.
GRI é obrigatório no Brasil?
O GRI não é legalmente obrigatório no Brasil para a maioria das empresas, mas é amplamente adotado. Segundo a KPMG, 72% das empresas brasileiras que publicam relatórios de sustentabilidade utilizam o padrão GRI. Além disso, a B3 exige que empresas listadas relatem práticas ESG ("Relate ou Explique"), e o GRI é o padrão mais aceito para essa finalidade.
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153 indicadores pré-configurados com benchmarks regionais de 8 fontes oficiais e análises com IA.
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